Enfermagem Múltipla Escolha

Uma menina com 11 meses de idade comparece à consulta de puericultura na Unidade Básica de Saúde. A mãe questiona como deve seguir a vacinação, especificamente no caso do sarampo, uma vez que a criança recebeu uma dose dessa vacina aos 8 meses de idade, quando teve contato com um caso suspeito da doença. De acordo com o estabelecido pelo Ministério da Saúde, essa criança deve receber uma dose da vacina:

Uma menina com 11 meses de idade comparece à consulta de puericultura na Unidade Básica de Saúde. A mãe questiona como deve seguir a vacinação, especificamente no caso do sarampo, uma vez que a criança recebeu uma dose dessa vacina aos 8 meses de idade, quando teve contato com um caso suspeito da doença. De acordo com o estabelecido pelo Ministério da Saúde, essa criança deve receber uma dose da vacina:

  1. tríplice viral aos 12 meses e uma dose da vacina tetra viral aos 15 meses.
  2. tríplice viral aos 12 meses e uma dose da vacina tetra viral aos 18 meses.
  3. antissarampo aos 12 meses e uma dose da vacina tríplice viral aos 15 meses.
  4. antissarampo aos 18 meses e outra dose da vacina tetra viral aos 18 meses.

Resolução completa

Explicação passo a passo

A
Alternativa A

Alternativa A - tríplice viral aos 12 meses e uma dose da vacina tetraviral aos 15 meses.

Análise

Esta questão aborda o calendário de vacinação infantil segundo o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, especificamente sobre situações de risco precoce.

Regra Geral da Vacinação

O esquema padrão atual para crianças menores de 5 anos no Brasil é composto por duas doses principais de proteção contra sarampo, caxumba e rubéola:

  • 1ª Dose: Aos 12 meses de idade (Vacina Tríplice Viral).
  • 2ª Dose: Aos 15 meses de idade (Vacina Tetraviral).

Situação Especial (Vacinação Precoce)

Quando uma criança recebe uma dose de vacina contra o sarampo antes de completar 1 ano de vida (neste caso, aos 8 meses) devido a fatores de risco como surtos ou contato com casos suspeitos:

  1. Essa dose é considerada válida para o sistema imunológico.
  2. Porém, ela não substitui as doses obrigatórias do calendário rotineiro.
  3. A criança deve seguir o calendário normal para garantir a imunidade duradoura.

Portanto, mesmo tendo sido vacinada precocemente, a menina deve receber:

  • A dose de rotina da Tríplice Viral aos 12 meses.
  • A dose de rotina da Tetraviral aos 15 meses.

Conclusão

A alternativa A descreve corretamente o protocolo de reforço necessário após a vacinação antecipada, mantendo as idades padronizadas (12 e 15 meses) para as doses subsequentes. As outras alternativas sugerem vacinas incorretas (antissarampo isolado) ou idades fora do calendário oficial de rotina (18 meses).

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