Na escola, Lara se queixa a uma amiga sobre um namorado que a abandonara para ficar com outra colega da turma. Tentando consolá-la, a amiga lhe disse que ela deveria se acostumar com isso ou então nunca mais tentar namorar, pois, disse ela, “os garotos são todos interesseiros”. Deixando a dor de Larissa do lado, poderíamos sintetizar o argumento da amiga na forma de um silogismo, tal como definido pelo filósofo Aristóteles, da seguinte maneira: Todo garoto é interesseiro. (Premissa maior) Ora, o namorado de Lara é um garoto. (Premissa menor) Logo, o namorado de Lara é interesseiro. (Conclusão) A respeito deste argumento e de acordo com as regras da lógica aristotélica, é correto afirmar que:
Na escola, Lara se queixa a uma amiga sobre um namorado que a abandonara para ficar com outra colega da turma. Tentando consolá-la, a amiga lhe disse que ela deveria se acostumar com isso ou então nunca mais tentar namorar, pois, disse ela, “os garotos são todos interesseiros”. Deixando a dor de Larissa do lado, poderíamos sintetizar o argumento da amiga na forma de um silogismo, tal como definido pelo filósofo Aristóteles, da seguinte maneira:
Todo garoto é interesseiro. (Premissa maior)
Ora, o namorado de Lara é um garoto. (Premissa menor)
Logo, o namorado de Lara é interesseiro. (Conclusão)
A respeito deste argumento e de acordo com as regras da lógica aristotélica, é correto afirmar que:
- O argumento é válido, pois a conclusão é uma consequência lógica das premissas.
- O argumento é inválido, pois a premissa maior é falsa.
- O argumento é inválido, pois a conclusão não segue a premissa menor.
- O argumento é inválido, pois a conclusão é falsa.
- O argumento é válido, pois a intenção da amiga era ajudar Lara.