O Estoicismo, filosofia helenista fundada por Zenão de Cítio, propunha que a felicidade (eudaimonia) era alcançada pela vivência da virtude, pelo autocontrole e pela aceitação constante do destino. A paz interior derivaria do alinhamento com a natureza racional do cosmos, independentemente de circunstâncias externas. Atualmente, é comum encontrar livros e cursos de “estoicismo aplicado” que apresentam suas técnicas como ferramentas para aumentar a produtividade no trabalho, a resistência ao estresse em ambientes competitivos e o alcance de metas profissionais. Nessa apropriação, a filosofia é transformada em um método para otimização do desempenho individual. A apropriação contemporânea do Estoicismo, descrita, é contraditória na medida em que esta filosofia fundamenta a felicidade como um (a)
O Estoicismo, filosofia helenista fundada por Zenão de Cítio, propunha que a felicidade (eudaimonia) era alcançada pela vivência da virtude, pelo autocontrole e pela aceitação constante do destino. A paz interior derivaria do alinhamento com a natureza racional do cosmos, independentemente de circunstâncias externas. Atualmente, é comum encontrar livros e cursos de “estoicismo aplicado” que apresentam suas técnicas como ferramentas para aumentar a produtividade no trabalho, a resistência ao estresse em ambientes competitivos e o alcance de metas profissionais. Nessa apropriação, a filosofia é transformada em um método para otimização do desempenho individual.
A apropriação contemporânea do Estoicismo, descrita, é contraditória na medida em que esta filosofia fundamenta a felicidade como um (a)
- na busca pelo êxito material.
- aceitação dos desejos corporais.
- controle das emoções alheias.
- negação de qualquer disciplina.
- virtude da racionalidade interna.