Ao analisar os estudos de Brigatto (2022), Schoenfeld (2019) e Enes (2024) - que mostraram vantagem para alto volume - versus Aube (2022), Heaselgrave (2019) e Ostrowski (1997) - que mostraram benefícios similares com baixo volume - qual fator metodológico crítico explica melhor essa discrepância nos resultados?
Ao analisar os estudos de Brigatto (2022), Schoenfeld (2019) e Enes (2024) - que mostraram vantagem para alto volume - versus Aube (2022), Heaselgrave (2019) e Ostrowski (1997) - que mostraram benefícios similares com baixo volume - qual fator metodológico crítico explica melhor essa discrepância nos resultados?
- Os estudos pró-alto volume utilizaram protocolos periodizados enquanto os pró-baixo volume usaram cargas constantes
- A diferença está exclusivamente no tempo de duração dos estudos, com estudos mais longos favorecendo alto volume
- Estudos pró-baixo volume trabalharam com indivíduos mais avançados (agachamento ~2x peso corporal) enquanto pró-alto volume incluíram indivíduos menos experientes (1,3-1,4x), sugerindo que o nível de treinamento modula a resposta ao volume
- Os estudos pró-alto volume utilizaram sempre exercícios isolados enquanto pró-baixo volume focaram em compostos
- A variável crítica foi a idade dos participantes, com indivíduos mais jovens respondendo melhor a alto volume