Uma mulher de 76 anos comparece à unidade básica de saúde acompanhada da filha, que relata preocupação com o esquecer o pagamento de contas, errar no troco e necessitar de auxílio para organizar os comprimidos do anti-hipertensivo. Não consegue mais usar o telefone celular de forma autônoma. Apesar disso, mantém o banho, o vestir-se e a alimentação sem qualquer ajuda, com higiene e aparência preservadas. Está clinicamente estável, sem queixas álgicas, com marcha normal e sem histórico de quedas. O médico do familiar deseja quantificar de forma objetiva o domínio funcional que se mostra comprometido mais precocemente neste caso, a fim de monitorar a progressão ao longo do acompanhamento. O instrumento mais apropriado para essa avaliação é:
Uma mulher de 76 anos comparece à unidade básica de saúde acompanhada da filha, que relata preocupação com o esquecer o pagamento de contas, errar no troco e necessitar de auxílio para organizar os comprimidos do anti-hipertensivo. Não consegue mais usar o telefone celular de forma autônoma. Apesar disso, mantém o banho, o vestir-se e a alimentação sem qualquer ajuda, com higiene e aparência preservadas. Está clinicamente estável, sem queixas álgicas, com marcha normal e sem histórico de quedas. O médico do familiar deseja quantificar de forma objetiva o domínio funcional que se mostra comprometido mais precocemente neste caso, a fim de monitorar a progressão ao longo do acompanhamento. O instrumento mais apropriado para essa avaliação é:
- O índice de Katz, por mensurar as atividades básicas de vida diária ainda preservadas nesta fase.
- a Escala de Lawton-Brody, por mensurar as atividades instrumentais de vida diária, primeiras a se comprometerem.
- o teste Timed Up and Go, por quantificar a mobilidade e o risco de quedas da paciente.
- a Escala de Depressão Geriátrica, por rastrear o humor como causa primária do declínio funcional.