Quando uma pessoa aprende uma determinada língua, aprende também os seus hábitos culturais e os contextos em que essas expressões são utilizadas. Como, por exemplo, aqui no Brasil, geralmente, as formas que as pessoas ouvintes se apresentam umas às outras são através dos cumprimentos, em seguida apresentam-se os seus nomes. As comunidades surdas possuem outros hábitos. Na apresentação entre os surdos, além do nome em datilologia, é dado um sinal à pessoa apresentada com certas características próprias e peculiares que normalmente lhe foi dada pela comunidade surda da qual faz parte. Este sinal-nome que a comunidade surda geralmente pode representar:
Quando uma pessoa aprende uma determinada língua, aprende também os seus hábitos culturais e os contextos em que essas expressões são utilizadas. Como, por exemplo, aqui no Brasil, geralmente, as formas que as pessoas ouvintes se apresentam umas às outras são através dos cumprimentos, em seguida apresentam-se os seus nomes. As comunidades surdas possuem outros hábitos. Na apresentação entre os surdos, além do nome em datilologia, é dado um sinal à pessoa apresentada com certas características próprias e peculiares que normalmente lhe foi dada pela comunidade surda da qual faz parte. Este sinal-nome que a comunidade surda geralmente pode representar:
- a primeira letra do nome da pessoa, como, por exemplo, letra M (Maria); letra J (João);
- as características das pessoas através de suas referências, como, por exemplo, cabelo-encaracolado, pinta-na-testa e barba, alguns sinais acompanhados pela primeira letra do nome;
- as características das pessoas através da cor da pele, como, por exemplo, branco, moreno e dos cabelos como os de cabelos-pretos, cabelos-brancos e cabelos castanhos;
- a profissão da pessoa, como, por exemplo, boleia (garoto: Jogo);
- a profissão de uma pessoa, como, por exemplo, professor (professor) João;