Homem, 47 anos, pedreiro, procura a UBS com queixa de cefaleia há cerca de um ano, com piora nos últimos três meses. Relata dois padrões distintos de dor... Considerando o diagnóstico e o manejo da cefaleia na APS, qual é a melhor conduta nessa consulta?
Homem, 47 anos, pedreiro, procura a UBS com queixa de cefaleia há cerca de um ano, com piora nos últimos três meses. Relata dois padrões distintos de dor... Considerando o diagnóstico e o manejo da cefaleia na APS, qual é a melhor conduta nessa consulta?
- O quadro clínico refere-se a cefaleia do tipo tensional crônica associada à cefaleia por uso excessivo de analgésicos, não havenda no momento, indicação de investigação complementar ou encaminhamento especializado. O manejo pelo médico de familia de vdução de antidepressivo triciclico.
- A presença de mais de um padrão de cefaleia ao longo do seguimento sugere etiologia secundária sendo apropriada a solicação pelo MEE de neuramagen e o encanuhanent o neurleg sa nesmona ausenda de sizade a eame nauragr.
- Embora o paciente apresente cefaleias primárias, como enxaqueca e cefaleia do tipo tensional, associadas à cefalera por uso extesivo de analgésicos, o relato de cefaleia de inicio súbit, com pico de intensidade em curto intervalo de tempa configura sinal de dierta indicando investigação imediata e encaminhamento à urgência.
- Considerando a evolução crônica das cefaleias ao longo de meses e a ausência de progressão neurologica objeova, a pracabidade de causa secundária é reduzida, sendo aceitável conduzir o caso na APS com otimização do tracamento das cefaleias primárias e reanalação clínica seriada, sem necessidade de investigação imediata.