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Medicina Múltipla Escolha

Homem de 67 anos, com histórico de doença pulmonar obstrutiva crônica há 10 anos e tabagismo há 50 anos, é levado à unidade de pronto atendimento com desconforto respiratório, tosse e confusão mental há 2 horas. Familiar relata que, nos últimos 5 dias, houve piora progressiva da dispneia e aumento do volume de expectoração, além de mudança no aspecto dessa secreção, que passou de amarelo claro para verde escuro. Ao exame físico, encontra-se torporoso, com extremidades cianóticas e com sibilos e estertores difusos em todos os campos pulmonares. Considerando a situação apresentada, a condução clínica desse paciente deve incluir:

Homem de 67 anos, com histórico de doença pulmonar obstrutiva crônica há 10 anos e tabagismo há 50 anos, é levado à unidade de pronto atendimento com desconforto respiratório, tosse e confusão mental há 2 horas. Familiar relata que, nos últimos 5 dias, houve piora progressiva da dispneia e aumento do volume de expectoração, além de mudança no aspecto dessa secreção, que passou de amarelo claro para verde escuro. Ao exame físico, encontra-se torporoso, com extremidades cianóticas e com sibilos e estertores difusos em todos os campos pulmonares. Considerando a situação apresentada, a condução clínica desse paciente deve incluir:

  1. sistêmica e acompanhamento ambulatorial.
  2. inlatória e acompanhamento ambulatorial.
  3. inlatória e internação hospitalar.
  4. sistêmica e internação hospitalar.

Resolução completa

Explicação passo a passo

D
Alternativa D

Alternativa D

O caso clínico apresentado descreve um paciente em quadro de Exacerbação Aguda da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). A conduta deve ser direcionada pela gravidade dos sintomas e pelas diretrizes internacionais (como o GOLD) e nacionais.

O paciente apresenta sinais de gravidade que exigem intervenção imediata e monitoramento próximo:

  • Confusão mental e torpor (alteração do nível de consciência).
  • Cianose das extremidades (hipoxemia).
  • Piora progressiva rápida dos sintomas respiratórios.

Análise Didática

Para tratar uma exacerbação aguda de DPOC, dois pontos fundamentais devem ser considerados no manejo farmacológico e na definição do local de tratamento:

  1. Tipo de Corticoterapia:
  • Em quadros agudos, os corticosteroides sistêmicos (via oral ou endovenosa) são o padrão-ouro para reduzir a inflamação brônquica e melhorar a função pulmonar rapidamente.
  • Os corticosteroides inalatórios não possuem ação sistêmica rápida suficiente para controlar uma crise aguda grave e são reservados para manutenção crônica.
  1. Local de Atendimento:
  • Pacientes com alterações no estado mental (confusão, torpor) e cianose estão em risco de insuficiência respiratória hipercaápica ou falência ventilatória.
  • O acompanhamento ambulatorial é contraindicado nesses casos devido à necessidade de oxigenoterapia controlada, ventilação não invasiva ou até intubação se necessário.
Fator ClínicoImplicação Terapêutica
Alteração mentalInternação obrigatória (risco de coma hipercápico)
CianoseHipoxemia severa requer suporte hospitalar
Crise AgudaRequer corticoide sistêmico (não inalatório)

Conclusão

A combinação de sinais de gravidade (torpor, cianose) exige internação hospitalar. Para o tratamento farmacológico da inflamação aguda, a via correta é a sistêmica. Portanto, a alternativa correta é a D, pois propõe a administração de corticosteroide sistêmico associada à internação hospitalar.

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