Medicina Múltipla Escolha

Mulher, 22 anos de idade, em situação de rua há mais de dois anos, usuária de siced e crack, apresenta lesões cutâneas com necessidade de retirar as crostas. Refere contato sexual sem preservativo e parceiro nega observações de alucinações, atribuindo o relato a alteração psíquica. Apresenta múltiplas lesões cutâneas há cerca de dois meses. Ao exame físico, observam-se erosões cutâneas, áreas de excoriação e lesões com pústulas, sem evidências de processos infecciosos. Nega alucinações e apresenta comportamento coerente, sem alterações de consciência, agressividade ou ideação suicida. Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a alternativa que melhor representa a abordagem adequada.

Mulher, 22 anos de idade, em situação de rua há mais de dois anos, usuária de siced e crack, apresenta lesões cutâneas com necessidade de retirar as crostas. Refere contato sexual sem preservativo e parceiro nega observações de alucinações, atribuindo o relato a alteração psíquica. Apresenta múltiplas lesões cutâneas há cerca de dois meses. Ao exame físico, observam-se erosões cutâneas, áreas de excoriação e lesões com pústulas, sem evidências de processos infecciosos. Nega alucinações e apresenta comportamento coerente, sem alterações de consciência, agressividade ou ideação suicida. Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a alternativa que melhor representa a abordagem adequada.

  1. primario conto hipósese mas provavel. Nesse casa é necessaria abordagem interstral com aroculçãa com Cus e redencar terapêuticas para abilizar abrigo defniva. A vida na rua está associada à ita prevalência de parasitoses e lesões cucâneas relacionadas as condições te rogere. O ME ter considerar essas esp eão psiquiatrica O MF deve considerar os determantes socias da ida na rua reconhecendo que restrições a mentares condipies de nigere
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  3. abordagen.bicpstessaral elabearplaroreraneudcocompanihato.arocia-se.comarede.arams.prorsrsec4527 redução de danos e cuidado em liberdate.

Resolução completa

Explicação passo a passo

D
Alternativa D

Alternativa D - Abordagem psicossocial com cuidado em liberdade

Análise do Caso Clínico

Trata-se de uma mulher de 22 anos, em situação de rua, usuária de álcool e crack, apresentando múltiplas lesões cutâneas e sintomas psiquiátricos.

Pontos-Chave do Quadro

CaracterísticaDescrição
Idade22 anos (jovem adulta)
Condição SocialSituação de rua há mais de dois anos
Uso de SubstânciasÁlcool e crack
Lesões CutâneasErosões, crostas com ovos de insetos
Sintomas PsiquiátricosAgressividade, ideação suicida
Estado de ConsciênciaPreservado
Vínculo com SaúdeCAPS (Centro de Atenção Psicossocial)

Fundamentação da Alternativa Correta

Princípios do SUS para População em Situação de Rua:

  • Abordagem biopsicossocial: Considera fatores médicos, psicológicos e sociais integrados
  • Cuidado em liberdade: Evita institucionalização forçada quando possível
  • Redução de danos: Estratégias para minimizar riscos sem exigir abstinência imediata
  • Articulação em rede: Integração entre saúde, assistência social e outros serviços
  • Territorialidade: Cuidado baseado na comunidade onde o usuário vive

Por que esta abordagem é adequada?

  1. Psicose secundária ao uso de substâncias: O quadro clínico sugere alteração psiquiátrica relacionada ao uso de crack e álcool, não necessariamente transtorno primário
  2. Determinantes sociais: A vida na rua impõe condições específicas (higiene, alimentação, segurança) que afetam a saúde física e mental
  3. Autonomia do paciente: Ela recusa ir para abrigos, respeitando sua vontade enquanto oferece alternativas de cuidado
  4. Prevenção de agravamento: Acompanhamento contínuo previne descompensações psiquiátricas e complicações das lesões cutâneas

Considerações Importantes

⚠️ Observação sobre o texto original: A questão apresenta diversos erros de digitação e caracteres corrompidos, dificultando a leitura completa. Recomenda-se verificar a versão original em materiais oficiais.

⚠️ Nota jurídica: Em casos psiquiátricos, a internação involuntária só é indicada quando há risco à própria vida ou de terceiros, conforme a Lei nº 10.216/2001.

Conclusão

A alternativa D representa melhor as diretrizes da Política Nacional de Saúde Integral da População em Situação de Rua, priorizando vínculo terapêutico, respeito à autonomia e cuidado integral sem coerção.

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