Mulher cis de 28 anos de idade, G1P1, sexualmente ativa, procura a UBS para orientação contraceptiva. Encontra-se em amamentação há 7 meses, permanecendo ainda em amenorreia. Nega sintomas geniturinários, não apresenta sinais clínicos de infecção genital, e não há suspeita de gravidez. Relata desejo de evitar nova gestação pelos próximos anos e manifesta interesse pela inserção de um Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre após aconselhamento. Considerando as diretrizes atuais, quanto às indicações e ao manejo para inserção do DIU nesse caso, assinale a alternativa correta.
Mulher cis de 28 anos de idade, G1P1, sexualmente ativa, procura a UBS para orientação contraceptiva. Encontra-se em amamentação há 7 meses, permanecendo ainda em amenorreia. Nega sintomas geniturinários, não apresenta sinais clínicos de infecção genital, e não há suspeita de gravidez. Relata desejo de evitar nova gestação pelos próximos anos e manifesta interesse pela inserção de um Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre após aconselhamento. Considerando as diretrizes atuais, quanto às indicações e ao manejo para inserção do DIU nesse caso, assinale a alternativa correta.
- A paciente é candidata ao DIU de cobre, que pode ser inserido durante a amamentação e na ausência de menstruação, desde que a gravidez seja excluída e não haja contraindicações clínicas ou anatômicas.
- A inserção do DIU de cobre em mulheres em amenorreia pós-parto é possivel, porém recomenda-se aguardar pelo menos 12 meses após o parto para reduzir o risco de perfuração uterina associada à lactação.
- Embora o DIU de cobre possa ser utilizado durante a amamentação, a ausência de menstruação exige a realização obrigatória de ultrassonografia prévia para confirmação da integridade da cavidade uterina antes da Inserção.
- A inserção do DIU de cobre em mulheres em amamentação deve ser evitada no pós-parto tardio, devido ao aumento do risco de doença inflamatória pélvica, mesmo na ausência de sinais clínicos de infecção.