Um paciente com 65 anos foi admitido em unidade de terapia intensiva por sepse de origem pulmonar. Evolui com insuficiência respiratória e hipotensão refratária à expansão volêmica, com necessidade de entubação orotraqueal e de drogas vasoativas. Foi indicada a obtenção de acesso venoso central em veia subclávia. Após a inserção do cateter, o paciente apresentou hipoxemia inexplicável e colapso cardiorcirculatório. A suspeita é de embolia aérea. Nesse caso, a conduta mais adequada é a aspiração do ar
Um paciente com 65 anos foi admitido em unidade de terapia intensiva por sepse de origem pulmonar. Evolui com insuficiência respiratória e hipotensão refratária à expansão volêmica, com necessidade de entubação orotraqueal e de drogas vasoativas. Foi indicada a obtenção de acesso venoso central em veia subclávia. Após a inserção do cateter, o paciente apresentou hipoxemia inexplicável e colapso cardiorcirculatório. A suspeita é de embolia aérea.
Nesse caso, a conduta mais adequada é a aspiração do ar
- por procedimento endovascular de urgência, sob radioscopia.
- por toracotomia lateral direita e punção cardíaca sob visão direta.
- pelo mesmo cateter, na posição de Trendelenburg em decúbito lateral esquerdo.
- por meio da passagem imediata de outro cateter em veia subclávia contralateral.