Administração Múltipla Escolha

Ao definir a capacidade de um Centro de Distribuição (CD) em área (m²), qual aspecto fundamental deve ser priorizado para um dimensionamento eficaz?

Ao definir a capacidade de um Centro de Distribuição (CD) em área (m²), qual aspecto fundamental deve ser priorizado para um dimensionamento eficaz?

  1. A metragem quadrada de todas as docas de recebimento e expedição.
  2. A soma das áreas de todos os equipamentos de movimentação.
  3. O volume cúbico total, considerando a altura máxima do teto.
  4. O espaço efetivamente utilizável para estocagem, excluindo corredores e áreas de trabalho.
  5. A área total construída do CD, incluindo escritórios.

Resolução completa

Explicação passo a passo

D
Alternativa D

Alternativa D

A definição da capacidade de um Centro de Distribuição (CD) envolve entender o que realmente gera valor operacional dentro do armazém. Para um dimensionamento eficaz, é crucial separar o espaço onde os produtos ficam armazenados das áreas de apoio e circulação.

O foco principal deve ser a área útil de estocagem, pois é nela que ocorre a retenção de estoque e o giro de mercadorias. Ignorar essa distinção pode levar a superdimensionamentos caros ou subdimensionamentos que travam a operação.

Análise das Alternativas

Para compreender por que a alternativa correta é a D, vamos analisar cada opção com base nos princípios de logística e gestão de armazéns:

  • Opção A (Docas): As docas definem a velocidade de entrada e saída (throughput), mas não determinam quantos itens cabem no estoque estático. Elas são pontos de fluxo, não de armazenamento.
  • Opção B (Equipamentos): O espaço ocupado por empilhadeiras ou esteiras é necessário, mas representa um custo operacional, não a capacidade de armazenamento do produto.
  • Opção C (Volume): Embora o uso do volume ($m^3$) seja importante em centros de alta densidade, a questão especifica explicitamente a definição em área ($m^2$). Portanto, esta opção foge ao critério solicitado.
  • Opção D (Espaço Utilizável): Esta é a correta. O capacidade real de um CD é medida pela quantidade de paletes ou unidades que podem ser acomodadas. Corredores e áreas administrativas são necessários para operar, mas não aumentam a capacidade de estoque; pelo contrário, consomem espaço físico sem gerar receita direta.
  • Opção E (Área Total Construída): Incluir escritórios e áreas administrativas infla o número de $m^2$ sem refletir a capacidade logística. Um CD eficiente maximiza a proporção entre área de estocagem e área administrativa.

Conclusão

Em suma, para dimensionar eficazmente um CD focando na sua capacidade produtiva, deve-se priorizar o cálculo da área efetivamente utilizável para estocagem. Isso permite determinar o limite real de inventário suportado antes de adicionar as margens necessárias para circulação e operações.

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