Direito Constitucional Múltipla Escolha

EM UM CASO CONCRETO DE AMEAÇA AS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS, UM REQUISITO RELEVANTE PARA GARANTIR QUE UMA MEDIDA DE EXCEÇÃO NÃO VIGORE ALÉM DO PRAZO NECESSÁRIO AO RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE, SOB PENA DE SE CONVERTER EM ARBÍTRIO OU DITADURA É

EM UM CASO CONCRETO DE AMEAÇA AS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS, UM REQUISITO RELEVANTE PARA GARANTIR QUE UMA MEDIDA DE EXCEÇÃO NÃO VIGORE ALÉM DO PRAZO NECESSÁRIO AO RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE, SOB PENA DE SE CONVERTER EM ARBÍTRIO OU DITADURA É

  1. TEMPORALIDADE
  2. URGÊNCIA
  3. INFORMALIDADE
  4. EXTRAORDINARIEDADE
  5. VITALICIEDADE

Resolução completa

Explicação passo a passo

A
Alternativa A

Alternativa A

A questão trata dos limites constitucionais das medidas de exceção, situações onde o Estado suspende parcialmente direitos para enfrentar crises graves. O ponto central do enunciado é a necessidade de evitar que essas medidas se tornem permanentes ou arbitrárias.

Para garantir a proteção da democracia, qualquer restrição temporária aos direitos fundamentais deve ter um fim definido. Se uma medida excepcional perdurar indefinidamente, ela deixa de ser uma solução transitória e passa a ser um regime de exceção permanente, caracterizando-se como arbítrio ou ditadura.

Análise

  • Temporalidade: Refere-se à limitação no tempo. É o requisito que impõe um prazo máximo para a vigência da medida, garantindo o retorno à normalidade assim que a ameaça cessar.
  • Urgência: Embora muitas medidas de exceção surjam por urgência, este termo descreve a causa da intervenção, não o limite de duração dela.
  • Informalidade: Medidas de exceção exigem estrita formalidade legal. A informalidade aumentaria o risco de abuso, não o evitaria.
  • Extraordinariedade: Descreve a natureza fora do comum da medida, mas não assegura automaticamente que ela terá fim.
  • Vitaliciedade: Significa duração vitalícia (para sempre). Esta seria exatamente a característica de uma ditadura, oposta ao objetivo democrático descrito.

Em resumo, a temporalidade atua como um freio constitucional essencial. Ela assegura que a suspensão de garantias seja apenas um remédio passageiro e não uma nova norma permanente, preservando o Estado Democrático de Direito.

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