Durante a apuração de um crime, verificou-se que um agente abordou a vítima exigindo, sob grave ameaça, a assinatura de um contrato de cessão de direitos sobre um bem. A vítima resistiu e não chegou a assinar o documento. O Ministério Público ofereceu denúncia por extorsão, alegando que os atos executórios foram suficientes para configurar o delito. Com base na doutrina penal e na jurisprudência majoritária dos tribunais superiores, é correto afirmar que:
Durante a apuração de um crime, verificou-se que um agente abordou a vítima exigindo, sob grave ameaça, a assinatura de um contrato de cessão de direitos sobre um bem. A vítima resistiu e não chegou a assinar o documento. O Ministério Público ofereceu denúncia por extorsão, alegando que os atos executórios foram suficientes para configurar o delito. Com base na doutrina penal e na jurisprudência majoritária dos tribunais superiores, é correto afirmar que:
- O crime de extorsão apenas se consuma com a concretização da vantagem patrimonial indevida.
- Trata-se de crime impossível, pois não houve resultado patrimonial ou formalização do contrato.
- O crime está consumado, pois a coação dolosa visando caracterizar o tipo penal.
- O delito é atípico, pois não se utilizou violência física direta, apenas pressão moral.
- O caso configura tentativa, pois a vítima não cedeu à exigência do agente.