Apresentamos aqui a quarta tarefa da Olimpíada. Trata-se de uma atividade criada na 10ª edição da ONHB, que traz uma prática bastante comum aos historiadores. Quando realizam suas pesquisas em arquivos, bibliotecas, museus e acervos pessoais, os historiadores frequentemente precisam ler, decifrar e compreender documentos produzidos no passado. Nesta Tarefa trazemos para vocês um relatório do fim do século XIX, e os desafiamos a ler, entender e transcrever esse documento.
Apresentamos aqui a quarta tarefa da Olimpíada. Trata-se de uma atividade criada na 10ª edição da ONHB, que traz uma prática bastante comum aos historiadores. Quando realizam suas pesquisas em arquivos, bibliotecas, museus e acervos pessoais, os historiadores frequentemente precisam ler, decifrar e compreender documentos produzidos no passado. Nesta Tarefa trazemos para vocês um relatório do fim do século XIX, e os desafiamos a ler, entender e transcrever esse documento.
- leiam com calma cada palavra, tentando compreender o sentido do que está escrito;
- procurem se acostumar com as formas como o(s) autor(es) desenha(m) certas letras, pois essas formas se repetem e podem auxiliar na decifração de outras palavras;
- estejam atentos aos detalhes - o historiador também é uma espécie de “detetive do passado”. Instruções para realizar a tarefa: 1. cada espaço em aberto no “box de edição” (formulário editável) corresponde a um trecho [linha] que retiramos do texto. Vocês devem ler o mesmo trecho no documento original e escrevê-lo no espaço correspondente; 2. uma pequena parte da transcrição já está realizada dentro do “box de edição” da tarefa. Sua equipe deve completar os trechos faltantes conforme indicado no box de edição e demarcado no documento as linhas estão numeradas. Conforme se passa o mouse sobre a parte a ser preenchida, a mesma parte aparece em destaque no documento original. Fizemos isso para que os participantes não se percam na leitura do documento; 3. na escrita, é possível usar a grafia atual (a forma de escrever a palavra que usamos hoje), a grafia da época ou ainda misturar as duas. Cada espaço preenchido vale ponto; 4. a transcrição deve acompanhar o texto apresentado em cada linha do documento. Transcrições realizadas em locais incorretos não serão pontuadas; 5. a transcrição deve respeitar a pontuação, o uso de letras maiúsculas e minúsculas e, principalmente, as linhas em que os trechos se encontram; 6. as abreviações, se existirem, podem ser mantidas ou transcritas por extenso. Cabe à equipe escolher a forma como prefere registrá-las, desde que seja coerente com o que está registrado no documento. Para auxiliar as equipes que não conhecem a tarefa ou que nunca realizaram um trabalho de paleografia, sugerimos que assistam ao vídeo da historiadora e paleógrafa Fabiana Léo, da Universidade Federal de Minas Gerais.