Leia os documentos abaixo: Documento 032 REQUERIMENTO do sargento-mor da praça da Paraíba, Antônio Borges da Fonseca, à rainha [D. Maria I], solicitando licença para portar pistolas nos coldres, tendo em vista as jornadas que faz ao sertão Documento 033 REQUERIMENTO de escrivão da Fazenda Real, Bento Bandeira de Melo, à rainha [D. Maria I], solicitando licença, como senhor de engenho, para usar pistolas nos coldres, nas jornadas que faz ao sertão Documento 034 REQUERIMENTO do tenente coronel Pedro Barbosa Cordeiro de Albuquerque, à rainha [D. Maria I], solicitando licença para poder usar pistola nos coldres, nas suas jornadas no sertão Os documentos
Leia os documentos abaixo:
Documento 032
REQUERIMENTO do sargento-mor da praça da Paraíba, Antônio Borges da Fonseca, à rainha [D. Maria I], solicitando licença para portar pistolas nos coldres, tendo em vista as jornadas que faz ao sertão Documento 033
REQUERIMENTO de escrivão da Fazenda Real, Bento Bandeira de Melo, à rainha [D. Maria I], solicitando licença, como senhor de engenho, para usar pistolas nos coldres, nas jornadas que faz ao sertão Documento 034
REQUERIMENTO do tenente coronel Pedro Barbosa Cordeiro de Albuquerque, à rainha [D. Maria I], solicitando licença para poder usar pistola nos coldres, nas suas jornadas no sertão Os documentos
- são requerimentos enviados à Coroa portuguesa por membros da elite agrária e militar paraibana do século XVIII, nos quais solicitam licença para portar armas.
- apresentam uma imagem de sertão divergente daquela do início da colonização, quando o sertão era primariamente entendido como um espaço desconhecido.
- recorrem a uma retórica do perigo, baseada na associação do sertão paraibano à ideia de uma terra sem lei, como estratégia para legitimar seus pedidos à Coroa.
- foram consultados por Guimarães Rosa na sua escrita de “Grande sertão: veredas” para ambientar a narrativa que se passa no território paraibano.