O Brasil, quase que absolutamente, silenciava as ações voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência mental em meados de 1860, pois a concepção de deficiente mental era associada a aspectos sociais da época. Podemos concluir que nesta época a concepção da sociedade associava a pessoa com deficiência mental a aspectos correlacionados a um comportamento inaceitável no contexto social. Assim, qualquer criança que apresente um comportamento fora do esperado pela sociedade é considerada deficiente mental (Mendes, 2011). MENDES, E. G. Breve histórico da educação especial no Brasil. Revista Educación y Pedagogía, v. 22, n. 57, 2011. Diante disso, podemos afirmar: I - A falta de conhecimento sobre tais deficiências dificultava a identificação e classificação do deficiente mental e intelectual, de forma que ambas eram relacionadas a fatores negativos, que impossibilitavam o sujeito de agir como um ser autônomo. II - Os hospitais construídos para atender a pessoa com deficiência mental e intelectual nada mais eram do que espaços psiquiátricos voltados ao estudo de doenças mentais. III – Os médicos iniciam um tratamento que visa à educação dos deficientes em prol de prevenir problemas sociais em sua vida adulta. IV – Os hospitais psiquiátricos da época também eram responsáveis por isolar do convívio social todos que apresentassem algum tipo de doença mental, em prol de prevenir a sociedade de pessoas consideradas perigosas, pois, na concepção da sociedade brasileira desta época, a pessoa com deficiência mental e intelectual era visto como um fardo perigoso que não podia permanecer no meio social.
O Brasil, quase que absolutamente, silenciava as ações voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência mental em meados de 1860, pois a concepção de deficiente mental era associada a aspectos sociais da época. Podemos concluir que nesta época a concepção da sociedade associava a pessoa com deficiência mental a aspectos correlacionados a um comportamento inaceitável no contexto social. Assim, qualquer criança que apresente um comportamento fora do esperado pela sociedade é considerada deficiente mental (Mendes, 2011).
MENDES, E. G. Breve histórico da educação especial no Brasil. Revista Educación y Pedagogía, v. 22, n. 57, 2011.
Diante disso, podemos afirmar:
I - A falta de conhecimento sobre tais deficiências dificultava a identificação e classificação do deficiente mental e intelectual, de forma que ambas eram relacionadas a fatores negativos, que impossibilitavam o sujeito de agir como um ser autônomo.
II - Os hospitais construídos para atender a pessoa com deficiência mental e intelectual nada mais eram do que espaços psiquiátricos voltados ao estudo de doenças mentais.
III – Os médicos iniciam um tratamento que visa à educação dos deficientes em prol de prevenir problemas sociais em sua vida adulta.
IV – Os hospitais psiquiátricos da época também eram responsáveis por isolar do convívio social todos que apresentassem algum tipo de doença mental, em prol de prevenir a sociedade de pessoas consideradas perigosas, pois, na concepção da sociedade brasileira desta época, a pessoa com deficiência mental e intelectual era visto como um fardo perigoso que não podia permanecer no meio social.
- Apenas as alternativas II e III estão corretas.
- Somente as alternativas III e IV estão incorretas.
- Apenas as alternativas I e IV estão corretas
- Apenas as alternativas I, III e IV estão corretas
- As alternativas I, II, III e IV estão corretas.