Lídia, 4 anos de idade, em acompanhamento por um cisto tireoglosso, tem cirurgia agendada. Nos exames pré-operatórios, o pediatra encontra os seguintes resultados: Hb: 11,2 g/dL, Ht: 33,4%, VCM: 62fL, HCM: 23pg e RDW 16%. O médico inicia a suplementação com ferro oral, orientando a família sobre a importância do uso contínuo e agenda retorno em 5 semanas. Na reavaliação, a criança retorna com a mãe, que garante o uso correto da medicação e nega outras comorbidades na filha, mas os exames de controle revelam que a anemia não apresentou melhora e os reticulócitos se mantiveram suprimidos. Com base no caso clínico e na ausência de resposta ao tratamento empírico com ferro oral, qual é a conduta mais adequada a ser tomada?
Lídia, 4 anos de idade, em acompanhamento por um cisto tireoglosso, tem cirurgia agendada. Nos exames pré-operatórios, o pediatra encontra os seguintes resultados: Hb: 11,2 g/dL, Ht: 33,4%, VCM: 62fL, HCM: 23pg e RDW 16%. O médico inicia a suplementação com ferro oral, orientando a família sobre a importância do uso contínuo e agenda retorno em 5 semanas. Na reavaliação, a criança retorna com a mãe, que garante o uso correto da medicação e nega outras comorbidades na filha, mas os exames de controle revelam que a anemia não apresentou melhora e os reticulócitos se mantiveram suprimidos. Com base no caso clínico e na ausência de resposta ao tratamento empírico com ferro oral, qual é a conduta mais adequada a ser tomada?
- Encaminhar o paciente para o hematologista para a realização de mielograma, a fim de investigar uma anemia aplásica.
- Iniciar investigação para doença celíaca, APLV, doenças inflamatórias intestinais e doenças autoimunes, pois essas doenças podem causar uma anemia ferropriva com baixa resposta ao tratamento oral.
- Manter a suplementação de ferro oral por mais 12 semanas e agendar um novo retorno.
- Solicitar exames para investigação da cinética do ferro (ferro sérico, ferritina e saturação de transferrina) e eletroforese de hemoglobina para afastar outras etiologias.