Mulher, 45 anos, sem comorbidades conhecidas, é admitida no pronto-socorro com queixa de dor abdominal intensa no quadrante inferior esquerdo, iniciada há 48 horas. Ao exame físico, apresenta febre baixa (37,9 °C), sensibilidade à palpação na fossa ilíaca esquerda e leucocitose leve (11.500/mm³). A TC abdominal revela diverticulite sigmoide com espessamento da parede do cólon, inflamação da gordura pericólica e presença de pequenas bolhas de ar pericólicos (<5 cm do segmento inflamado), sem evidência de abscesso ou líquido livre. A paciente está hemodinamicamente estável e tolerando dieta oral. Qual das seguintes condutas é a mais apropriada para o manejo inicial dessa paciente?
Mulher, 45 anos, sem comorbidades conhecidas, é admitida no pronto-socorro com queixa de dor abdominal intensa no quadrante inferior esquerdo, iniciada há 48 horas. Ao exame físico, apresenta febre baixa (37,9 °C), sensibilidade à palpação na fossa ilíaca esquerda e leucocitose leve (11.500/mm³). A TC abdominal revela diverticulite sigmoide com espessamento da parede do cólon, inflamação da gordura pericólica e presença de pequenas bolhas de ar pericólicos (<5 cm do segmento inflamado), sem evidência de abscesso ou líquido livre. A paciente está hemodinamicamente estável e tolerando dieta oral. Qual das seguintes condutas é a mais apropriada para o manejo inicial dessa paciente?
- Iniciar antibioticoterapia intravenosa de amplo espectro, manter a paciente em dieta zero e monitorizar a evolução clínica.
- Prescrever antibioticoterapia oral com cobertura para Gram-negativos e anaeróbios, associada à dieta líquida restrita e repouso no leito.
- Optar por tratamento sintomático com analgésicos e dieta liberada, sem antibioticoterapia, e reavaliar em 24 - 48 horas.
- Considerar tratamento não operatório, avaliar nível de PCR e monitorizar a evolução clínica.