Paciente com 20 anos, com histórico de depressão e ideação suicida, relata uso irregular de dipirona, losartana, insulina NPH e regular, metformina, sertralina e varfarina, além de consumo de cerveja diariamente. Refere que há cerca de 3 meses, após o morte do esposo, vem apresentando, diariamente, tristeza, anedonia, insônia, perda de apetite, sentimento de menos valia, desesperança de melhora no futuro. Nega sintomas psicóticos. Morando sozinha, tem apenas uma filha e relata que a ideia de suicídio tem sido persistente. Qual é a conduta mais adequada?
Paciente com 20 anos, com histórico de depressão e ideação suicida, relata uso irregular de dipirona, losartana, insulina NPH e regular, metformina, sertralina e varfarina, além de consumo de cerveja diariamente. Refere que há cerca de 3 meses, após o morte do esposo, vem apresentando, diariamente, tristeza, anedonia, insônia, perda de apetite, sentimento de menos valia, desesperança de melhora no futuro. Nega sintomas psicóticos. Morando sozinha, tem apenas uma filha e relata que a ideia de suicídio tem sido persistente. Qual é a conduta mais adequada?
- Encaminhar o paciente a um serviço de urgência, se estiver acompanhada de alguém de sua confiança e se houver o seu consentimento ou de seu acompanhante.
- Encaminhar o paciente a um serviço de urgência, acompanhada por profissionais de saúde ou alguém de sua confiança, independente do consentimento do paciente.
- Utilizando-se do vínculo que possui com o paciente, otimizar o tratamento farmacológico da depressão, agendar retorno dentro de um a dois dias e solicitar avaliação do psicólogo da USF.
- Preencher o formulário de encaminhamento e orientar a paciente a procurar o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de referência para atendimento com psiquiatra e equipe multiprofissional, agendando retornos curtos na USF.