Uma mulher com 37 anos é levada pelos familiares a uma unidade de pronto atendimento, relatando baixo nível de consciência. Os familiares informam que ela vinha se queixando frequentemente há alguns dias, além de dificuldades visuais e, mais recentemente, apresentou-se menos responsiva. Contam que, de manhã, antes da consulta, ela havia se mostrado gradativamente sonolenta e menos responsiva. Relatam que a paciente faz tratamento irregular para HIV/Aids, não sabendo se a pressão arterial de 160 x 100 mmHg, frequência cardíaca de 48 bpm, frequência respiratória irregular. Constata-se, ainda, que a paciente apresenta edema de papila bilateral e Glasgow de 12. Considerando-se o caso descrito, a conduta inicial adequada é solicitar:
Uma mulher com 37 anos é levada pelos familiares a uma unidade de pronto atendimento, relatando baixo nível de consciência. Os familiares informam que ela vinha se queixando frequentemente há alguns dias, além de dificuldades visuais e, mais recentemente, apresentou-se menos responsiva. Contam que, de manhã, antes da consulta, ela havia se mostrado gradativamente sonolenta e menos responsiva. Relatam que a paciente faz tratamento irregular para HIV/Aids, não sabendo se a pressão arterial de 160 x 100 mmHg, frequência cardíaca de 48 bpm, frequência respiratória irregular. Constata-se, ainda, que a paciente apresenta edema de papila bilateral e Glasgow de 12. Considerando-se o caso descrito, a conduta inicial adequada é solicitar:
- punção lombar.
- eletroencefalograma.
- tomografia computadorizada de crânio.
- contagem de CD4 e carga viral para HIV.