Alternativa B
Introdução
Esta questão aborda normas de redação oficial para documentos militares internos. O enunciado menciona a Portaria Nº 002 EME de 11/03/2013, que regula correspondência no âmbito da Organização Policial Militar (OPM) da PMPB.
Desenvolvimento
Documentos oficiais, sejam civis ou militares, seguem princípios gerais de redação administrativa que garantem clareza, impessoalidade e formalidade. Vamos analisar cada alternativa:
| Alternativa | Conteúdo | Veredito |
|---|
| A | Texto coeso e coerente | ✅ Correto |
| B | Pode conter gírias e coloquialismos | ❌ Incorreto |
| C | Predominância de frases afirmativas | ✅ Correto |
| D | Claro e objetivo | ✅ Correto |
Análise
Por que a alternativa B é INCORRETA?
- Gírias militares e coloquialismos não são permitidos em documentos oficiais
- A redação militar exige linguagem formal e padronizada
- Isso garante compreensão universal e evita ambiguidades
Princípios aplicáveis:
- Clareza: o texto deve ser compreendido por todos os destinatários
- Impessoalidade: evitar linguagem informal ou subjetiva
- Objetividade: ir direto ao ponto sem rodeios
- Coesão e coerência: garantir lógica na sequência das ideias
Analogia didática:
Pense como uma lei ou um edital de concurso público — você esperaria encontrar gírias ou linguagem coloquial nesses documentos? Não! Da mesma forma, a correspondência militar interna mantém o mesmo padrão de formalidade.
Conclusão
A alternativa B está incorreta porque documentos oficiais de correspondência militar NÃO podem conter gírias ou coloquialismos. Eles devem seguir regras rigorosas de linguagem formal.
⚠️ Nota importante: Esta análise baseia-se nos princípios gerais de redação oficial brasileira. Para verificação exata, consulte o texto integral da Portaria Nº 002 EME de 11/03/2013 junto à PMPB.
Resposta final: Alternativa B