Questões de Medicina
Resolução passo a passo para cada questão de Medicina, gerada com IA.
Tendo como base o material didático disponibilizado neste Curso de Condutor de Veículos de Emergência, em especial, o Módulo 3, assinale a alternativa correta: Conforme a literatura especializada, os valores normais de pulso radial estão entre:
Tendo como base o material didático disponibilizado neste Curso de Condutor de Veículos de Emergência, em especial, o Módulo 3, assinale a alternativa correta: Conforme a...
Tendo como base o material didático disponibilizado neste Curso de Condutor de Veículos de Emergência, em especial, o Módulo 3, assinale a alternativa correta: Na colisão traseira, o veículo é colidido por trás, o que geralmente ocorre em congestionamentos. Nestas situações, o veículo é subitamente acelerado para frente, provocando uma hiperextensão do pescoço. Em toda colisão traseira com grandes estragos no veículo, deve se suspeitar de:
Tendo como base o material didático disponibilizado neste Curso de Condutor de Veículos de Emergência, em especial, o Módulo 3, assinale a alternativa correta: Na colisão...
Um MFC atende uma mulher cis, preta, de 65 anos de idade, na UBS. "Minhas pernas cansam muito, é só eu andar um pouco que começam a cansar, doer e logo tenho que parar". Ela conta que nos últimos cinco meses, após andar de cinco a seis minutos no plano, as pernas doem, ela tem que parar por cerca de dez minutos e logo volta a andar. Continua fazendo suas tarefas em casa e também indo ao mercado sozinha. Ela tem expectativa de um remédio ou vitamina que melhore as pernas. Ao exame fisico, pulsos pediosos diminuidos bilateralmente. A paciente é ex-tabagista, com carga de 30 maços/ano, e hipertensa. A pressão arterial na consulta é de 148 x 94mmHg. Faz uso continuo de hidroclorotiazida. Com relação à conduta, assinale a alternativa correta.
Um MFC atende uma mulher cis, preta, de 65 anos de idade, na UBS. "Minhas pernas cansam muito, é só eu andar um pouco que começam a cansar, doer e logo tenho que parar". Ela...
Criança de 7 anos de idade é trazida à Unidade Básica de Saúde (UBS) pela avó por crises recorrentes de "chiado no peito" há seis meses, com piora nas últimas três semanas. Teve dois atendimentos em pronto atendimento no último mês, com melhora após nebulizações. A família é migrante recente e tem dificuldade com o português. Moram em casa com umidade e mofo. A mãe trabalha em dois empregos e tem dificuldade de vir à UBS. A avó relata que a mãe tem receio de usar "bombinha" por medo de "viciar" e tem utilizado uma garrafada, orientada por uma benzedeira da comunidade. A escola informou faltas frequentes e mencionou possibilidade de acionar o Conselho Tutelar se não houver melhora da frequência. No exame, a criança está eupneica, SpO₂ de 97% em ar ambiente, com sibilos expiratórios discretos. Considerando a competência cultural aplicada ao caso e a coordenação do cuidado na APS, qual é a melhor conduta inicial?
Criança de 7 anos de idade é trazida à Unidade Básica de Saúde (UBS) pela avó por crises recorrentes de "chiado no peito" há seis meses, com piora nas últimas três semanas....
Mulher negra de 38 anos de idade procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) por dor lombar há 4 semanas, com piora progressiva. Conta que já procurou atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas recebeu analgésicos e teve pouca melhora. Está afastada do trabalho informal há 3 semanas por limitação funcional. Refere que tem adiado retornos por experiências anteriores em que se sentiu desacreditada e tratada com grosseria. Nega febre, perda de peso, história de trauma ou déficit neurológico. Ao exame físico, há pontos-gatilho na musculatura paravertebral, sem sinais neurológicos focais. Considerando o cuidado na APS e os princípios da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, qual é a conduta mais adequada?
Mulher negra de 38 anos de idade procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) por dor lombar há 4 semanas, com piora progressiva. Conta que já procurou atendimento na Unidade de...
Mulher de 45 anos de idade procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) por zumbido bilateral e dificuldade para compreender conversas em ambientes com ruído há cerca de 10 meses. Familiares notaram que ela tem falado mais alto nos últimos meses. Trabalha há 16 anos em metalúrgica, em setor com ruído intenso. Apesar disso, gosta do emprego. Nunca usou protetor auricular. Nega vertiger, otalgia, otorreia e sintomas gripais recentes. Otoscopia sem alterações. Considerando manutenção da saúde e prevenção de doença no contexto de saúde ocupacional, qual é a melhor conduta inicial na APS?
Mulher de 45 anos de idade procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) por zumbido bilateral e dificuldade para compreender conversas em ambientes com ruído há cerca de 10 meses....
Mulher, 56 anos de idade, aposentada, mora sozinha desde o falecimento da mãe, há um ano, após ter exercido o papel de cuidadora exclusiva durante cinco anos, em decorrência de demência avançada. É portadora de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 com controle clínico adequado e boa adesão ao tratamento medicamentoso. Faz uso crônico de benzodiazepínico. Nos últimos 12 meses, realizou 18 consultas na Unidade Básica de Saúde, geralmente por queixas inespecíficas, como fadiga, dores difusas, tonturas e sensação persistente de mal-estar. Exames complementares realizados não evidenciaram alterações clínicas relevantes. Mantém independência funcional e nega humor deprimido persistente ou anedonia. A equipe observa baixo nível de atividade física e pouca participação social. A paciente demonstra preferência por se consultar sempre com o(a) mesmo(a) médico(a) e frequentemente verbaliza sentimentos de solidão. Parte da equipe manifesta preocupação com a elevada frequência de consultas e sugere limitar os atendimentos devido à alta demanda assistencial. Considerando o manejo de pessoas que se consultam frequentemente e apresentam sintomas persistentes de difícil caracterização na Atenção Primária à Saúde, qual é a conduta mais adequada?
Mulher, 56 anos de idade, aposentada, mora sozinha desde o falecimento da mãe, há um ano, após ter exercido o papel de cuidadora exclusiva durante cinco anos, em decorrência...
Lactente de 6 meses de idade comparece à consulta de rotina acompanhado dos pais. Desde o primeiro mês de vida, apresenta episódios frequentes de regurgitação e vômitos, em média de cinco a seis vezes ao dia, de forma contínua. Essa situação tem gerado ansiedade e preocupação nos pais, já que o quadro não melhora. A mãe retornou há dois meses ao trabalho, ocasião em que a criança passou a receber fórmula infantil e iniciou alimentação complementar, mantendo o aleitamento materno antes da saída da mãe para o trabalho e no período noturno. A avó materna, responsável pelos cuidados durante o dia, tem manifestado preocupação crescente, afirmando que "não pode ser normal" a persistência das regurgitações e dos vômitos. A criança não apresenta antecedentes relevantes. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, com crescimento ponderoestatural e desenvolvimento neuropsicomotor adequados para a idade. Com base no caso apresentado, sobre o manejo dos sintomas gastroesofágicos, assinale a alternativa correta.
Lactente de 6 meses de idade comparece à consulta de rotina acompanhado dos pais. Desde o primeiro mês de vida, apresenta episódios frequentes de regurgitação e vômitos, em...
Uma mulher cisgênero de 35 anos de idade procura a UBS para consulta de rotina. Está assintomática, não apresenta doenças crônicas e não faz uso contínuo de medicamentos. Durante a anamnese, relata que iniciou atividade sexual aos 19 anos e que, desde então, manteve relações sexuais exclusivamente com mulheres, não tendo como prática habitual a penetração vaginal. Ao revisar o prontuário, o médico identifica que a paciente recebeu esquema completo de vacinação contra o HPV, não possui histórico de infecções sexualmente transmissíveis nem de alterações prévias em exames citopatológicos do colo do útero. O último exame citopatológico foi realizado há 4 anos. Diante desse contexto, considerando o citopatológico como o exame disponível, qual é a conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para essa paciente?
Uma mulher cisgênero de 35 anos de idade procura a UBS para consulta de rotina. Está assintomática, não apresenta doenças crônicas e não faz uso contínuo de medicamentos....
Mulher cis de 28 anos de idade, G1P1, sexualmente ativa, procura a UBS para orientação contraceptiva. Encontra-se em amamentação há 7 meses, permanecendo ainda em amenorreia. Nega sintomas geniturinários, não apresenta sinais clínicos de infecção genital, e não há suspeita de gravidez. Relata desejo de evitar nova gestação pelos próximos anos e manifesta interesse pela inserção de um Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre após aconselhamento. Considerando as diretrizes atuais, quanto às indicações e ao manejo para inserção do DIU nesse caso, assinale a alternativa correta.
Mulher cis de 28 anos de idade, G1P1, sexualmente ativa, procura a UBS para orientação contraceptiva. Encontra-se em amamentação há 7 meses, permanecendo ainda em amenorreia....
Mulher cigênero de 37 anos de idade, G2P2, procura sua MFC solicitando implante subdérmico de etonogestrel (Implanon®) como método contraceptivo. Refere ciclos menstruais irregulares, IMC de 31 kg/m² e enxaqueca desde a adolescência, sem aura. Nega tabagismo. Seu antecedente pessoal de maior relevância inclui diagnóstico de carcinoma ductal invasivo de mama há 2 anos, tratado com cirurgia conservadora, quimioterapia e radioterapia. Encontra-se em seguimento oncológico, sem evidência de doença ativa, em uso contínuo de tamoxifeno. Exames laboratoriais recentes sem alterações. Com base nas recomendações atuais sobre contraceptivos, assinale a alternativa correta quanto à indicação do Implanon® nesse caso.
Mulher cigênero de 37 anos de idade, G2P2, procura sua MFC solicitando implante subdérmico de etonogestrel (Implanon®) como método contraceptivo. Refere ciclos menstruais...
Homem, 65 anos de idade, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando que, há três meses, apresenta dificuldade persistente para iniciar o sono, acorda entre as 3h e as 4h da madrugada, não conseguindo dormir novamente, o que o deixa extremamente fatigado durante o dia. Além disso, descreve episódios de agitação, irritabilidade e nervosismo. Seguindo um antigo costume familiar, o paciente revela que tenta tratar esses sintomas fazendo uso diário de um chá de algumas plantas que tem em casa. Durante a consulta, a médica adota uma postura empática, revê medicações (losartana, hidrocorotiazida, varfarina e sertralina) e esclarece que o uso de plantas medicinais pode ser uma opção segura e eficaz para o seu quadro. Assinale a alternativa que possui o fitoterápico mais indicado para esse paciente.
Homem, 65 anos de idade, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando que, há três meses, apresenta dificuldade persistente para iniciar o sono, acorda entre as 3h e as...
Criança do sexo masculino de 10 anos de idade apresenta ganho ponderal acentuado desde os 8 anos. Gosta de jogar futebol com os amigos, mas restringe-se à posição de goleiro por limitações físicas ao correr; em casa, o lazer é predominantemente sedentário (videogames). A mãe relata que o filho possui apetite aumentado, sem seletividade, consumindo grandes quantidades de alimentos, incluindo produtos ultraprocessados. O IMC dele é 23,3 kg/m², e o histórico familiar inclui pai com IMC 40 kg/m², mãe com IMC 28 kg/m² e irmã de 15 anos de idade com IMC 25 kg/m². No atendimento a uma criança com excesso de peso, a comunicação entre o médico, a criança e seus cuidadores é determinante para a adesão terapêutica. Qual a melhor abordagem para o manejo desse caso?
Criança do sexo masculino de 10 anos de idade apresenta ganho ponderal acentuado desde os 8 anos. Gosta de jogar futebol com os amigos, mas restringe-se à posição de goleiro...
Mulher de 62 anos de idade, ex-tabagista, apresenta história de infarto prévio. Nos últimos meses, relata fadiga crônica e evolução de dispneia progressiva (há dois meses) que apresenta piora significativa em decúbito dorsal (ortopneia). Assinale a alternativa que relaciona corretamente dados de exame físico ou exames complementares ao diagnóstico de Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), diferenciando-a de outras patologias.
Mulher de 62 anos de idade, ex-tabagista, apresenta história de infarto prévio. Nos últimos meses, relata fadiga crônica e evolução de dispneia progressiva (há dois meses) que...
Um paciente de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando humor deprimido na maior parte dos dias, perda de interesse pelas atividades habituais e aumento do sono (cerca de 12 horas por dia) há aproximadamente dois meses. Apresenta também redução de energia e dificuldade de concentração, com impacto no desempenho profissional. Nega ideação suicida e não faz uso de álcool ou outras substâncias. Relata episódio prévio de mania após término afetivo, com aumento de energia, diminuição do sono, aumento da produtividade e gastos excessivos. Possui histórico familiar de esquizofrenia na mãe. Solicita prescrição de antidepressivo devido ao medo de perder o emprego. Considerando o raciocínio clínico na atenção primária à saúde, qual é a conduta inicial mais adequada?
Um paciente de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando humor deprimido na maior parte dos dias, perda de interesse pelas atividades habituais e aumento do sono...
Uma pessoa de 68 anos de idade procura a UBS queixando-se de dor intensa, em queimação, na região torácica esquerda, que se iniciou há 48 horas. Refere que a dor precede o aparecimento de pequenas bolhas agrupadas sobre uma base eritematosa, que seguem uma trajetória linear do dorso até a região esternal, respeitando a linha média. O exame físico confirma a presença de vesículas e crostas no dermátomo T4. A pessoa é diabética e faz uso de metformina. Qual é a conduta inicial mais adequada para esse caso, considerando o tempo de evolução e o perfil da pessoa?
Uma pessoa de 68 anos de idade procura a UBS queixando-se de dor intensa, em queimação, na região torácica esquerda, que se iniciou há 48 horas. Refere que a dor precede o...
Uma mulher de 45 anos de idade é atendida na UBS devido ao aparecimento súbito de assimetria facial há 24 horas. Nega mal-estar geral, mialgia, febre, erupção cutânea, cefaleia e viagem recente. Ao exame físico, observa-se, na hemiface direita: apagamento do sulco nasolabial, desvio da rima labial para a esquerda, impossibilidade de fechar completamente a palpebra e incapacidade de franzir a testa. A força muscular e a sensibilidade estão preservadas nos quatro membros. O restante do exame neurológico e a otoscopia não apresentam alterações. Qual é o tratamento farmacológico indicado para todas as pessoas com o quadro clínico apresentado?
Uma mulher de 45 anos de idade é atendida na UBS devido ao aparecimento súbito de assimetria facial há 24 horas. Nega mal-estar geral, mialgia, febre, erupção cutânea,...
A equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) discute o caso de um paciente de 72 anos de idade que sofreu um Acidente Vascular Encefálico (AVE) há 15 dias. O paciente recebeu alta hospitalar com sonda nasoenteral, apresenta hemiplegia à direita e afasia global. Reside apenas com a esposa de 65 anos, que possui osteoartrose severa nos joelhos e dificuldades para deambulação. O hospital de referência solicita a admissão do paciente no Serviço de Atenção Domiciliar (SAD/Melhor em Casa), na modalidade AD2, para reabilitação e manejo da dieta enteral. Diante dos critérios de elegibilidade e organização da atenção domiciliar previstos na legislação vigente e na literatura de referência, qual fator representa o principal impedimento para a admissão imediata desse paciente no SAD?
A equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) discute o caso de um paciente de 72 anos de idade que sofreu um Acidente Vascular Encefálico (AVE) há 15 dias. O paciente recebeu...
Um médico de família e comunidade assume uma vaga na Atenção Primária à Saúde (APS) de uma região rural. Ele atende uma vez por mês em um ponto de apoio para uma comunidade de agricultores onde o acesso se dá por estrada de terra. Embora a comunidade seja pequena em número absoluto, ele observou que os exames do protocolo de diabetes estão desatualizados, e menos de 10% dos portadores dessa condição fizeram rastreio de retinopatia diabética no último ano. O município não possui retinógrafo digital. O médico então se programa para realizar uma capacitação em oftalmoscopia e planeja um dia de mutirão de avaliação para as pessoas hipertensas e diabéticas que moram na vila. A relação médico-pessoa é fundamental para o desempenho do MEC: coordenação do cuidado. A partir da análise apresentada, qual alternativa apresenta corretamente o princípio e o atributo da APS que serão fortalecidos com as ações do médico de família e comunidade?
Um médico de família e comunidade assume uma vaga na Atenção Primária à Saúde (APS) de uma região rural. Ele atende uma vez por mês em um ponto de apoio para uma comunidade de...
Um médico de família e comunidade assume uma vaga na Atenção Primária à Saúde (APS) de uma região rural. Ele atende uma vez por mês em um ponto de apoio para uma comunidade de agricultores onde o acesso se dá por estrada de terra. Embora a comunidade seja pequena em número absoluto, ele observou que os exames do protocolo de diabetes estão desatualizados, e menos de 10% dos portadores dessa condição fizeram rastreio de retinopatia diabética no último ano. O município não possui retinógrafo digital. O médico então se programa para realizar uma capacitação em oftalmoscopia e planeja um dia de mutirão de avaliação para as pessoas hipertensas e diabéticas que moram na vila. A relação médico-pessoa é fundamental para o desempenho do MEC: coordenação do cuidado. A partir da análise apresentada, qual alternativa apresenta corretamente o princípio e o atributo da APS que serão fortalecidos com as ações do médico de família e comunidade?
Um médico de família e comunidade assume uma vaga na Atenção Primária à Saúde (APS) de uma região rural. Ele atende uma vez por mês em um ponto de apoio para uma comunidade de...
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